O
procurador regional eleitoral, Alexandre Assunção, orientou os
promotores a monitorarem a propaganda eleitoral e aplicarem rigor na
fiscalização da campanhapara prefeito e vereador em todo o Estado.
Ele
pediu que o próprio eleitor passe a denunciar irregularidades, tire
fotos e junte documentos para formalizar denúncias contra os candidatos
ou partidos que infringirem a lei eleitoral.
Segundo
ele, o Ministério Público Eleitoral vai ter equipes de monitoramento
nas eleições para a propaganda e outros atos eleitorais. Segundo ele,
equipes também vão monitorar a presença dos candidatos nas as redes
sociais na internet.
O monitoramento da campanha nas
redes sociais é novidade porque não há regras muito claras estabelecidas
sobre o que os candidatos podem ou não fazer em blogs e microblogs como
facebook e twitter, por exemplo.
"Vamos
pedir a aplicação da lei com o maior rigor possível. A fiscalização vai
ser feita e vamos cumprir o nosso papel de defender a legislação
eleitoral. Seremos rigorosos nisso", declarou.
Alexandre Assunção reconheceu
que o Ministério Público tem deficiência de pessoal e, que por isso, vai
recorrer a entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil e à igreja e
outras entidades e à própria população para fiscalizar as eleições.
"Apesar da deficiência de
pessoal, temos que contar com a fiscalização dos próprios candidatos e
da população para encaminhar as denúncias de forma fundamentada",
comentou Alexandre Assunção, no intervalo da sessão no Tribunal Regional
Eleitoral do Piauí.
Segundo ele, as denúncias devem
ser feitas com provas como fotografias, gravações ou documentos para que
sejam processadas pelo promotor eleitoral. As equipes do Ministério
Público ainda ficarão de olho nas redes sociais, como twitter e
facebook. O procurador disse que a propaganda eleitoral começa a partir
do dia 6 e, portanto, vai monitorar as redes sociais para acompanhar os
candidatos.
O procurador eleitoral advertiu
que a eleição é municipal, portanto, são os promotores que acompanham
as irregularidades na zona eleitoral. A partir daí, quando houver
recurso, os processos serão julgados no TRE-PI.
com informações do Diário do Povo
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